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quinta-feira, 29 de julho de 2010

SAÚDE&BEM-ESTAR

Síndrome de “Burn-out”

O termo “Síndrome de Burnout” resultou da junção de “burn” (queima) e “out” (exterior), caracterizando um tipo de estresse ocupacional, durante o qual a pessoa consome-se física e emocionalmente, resultando em exaustão
e em um comportamento agressivo e irritadiço.
Os principais sintomas podem ser divididos em físicos ou psicossomáticos (fadiga crônica, dores de cabeça, insônia, taquicardia, arritmias, dores musculares, lapsos de memória); emocionais (baixa auto-estima, avaliação negativa do desempenho profissional, sentimento de impotência, irritação) e comportamentais (faltas no trabalho, baixo rendimento pessoal, incapacidade de concentração, agressividade, e até mesmo culminar em suicídio, em casos mais graves).
Cabe salientar que os indivíduos mais “propícios” a desenvolver esta síndrome são os que gostam e se envolvem com o que fazem, não medindo esforços para atingir seus próprios objetivos e os da instituição em que
atuam. Ou seja, os ambientes corporativos estimulam, de alguma maneira, esse tipo de comportamento entre os
profissionais, criando condições que podem predispor ao adoecimento e, na seqüência direta, em licenças médicas e eventuais afastamentos por longos períodos. Dentre os fatores individuais aparentemente associados ao desenvolvimento da Síndrome de Burnout, costumamos identificar um idealismo elevado, excesso de dedicação, alta motivação, perfeccionismo e rigidez. Já em relação aos fatores ambientais, a pouca autonomia no desempenho profissional, problemas de relacionamento com as chefias, problemas de relacionamento com colegas ou clientes, conflito entre trabalho e família, sentimento de desqualificação e falta de cooperação da equipe são os mais observados.
O tratamento da Síndrome de Burnout é essencialmente psicoterapêutico, podendo em alguns casos também ser associado ao uso de medicamentos ( ansiolíticos ou antidepressivos) prescritos por um médico especialista.

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